Kim Seon Ho enfrenta acusações de evasão fiscal em caso semelhante ao de Cha Eun Woo

Kim Seon Ho enfrenta acusações de evasão fiscal em caso semelhante ao de Cha Eun Woo

O ator Kim Seon Ho, atualmente sob contrato com a Fantagio, passou a ser alvo de acusações de evasão fiscal que seguem um padrão muito parecido com o caso recente envolvendo Cha Eun Woo. Segundo reportagem do Sports Kyunghyang, publicada em 1º de fevereiro de 2026, Kim Seon Ho teria criado uma empresa privada administrada pela família como forma de reduzir o pagamento de impostos.

De acordo com o relatório, o ator fundou uma empresa de planejamento artístico em janeiro de 2024, registrando como endereço comercial a própria residência, localizada em Yongsan, Seul. Kim Seon Ho aparece como CEO da empresa, enquanto seus pais constam como diretores internos e auditores.

Especialistas e denunciantes apontaram diversas irregularidades na operação dessa empresa. Há relatos de que os pais do ator recebiam salários mensais de dezenas de milhares de dólares, valores que posteriormente retornavam para a conta pessoal de Kim Seon Ho, prática que estaria sendo usada como despesa trabalhista fictícia.

Além disso, foi informado que o pai do ator utilizava o cartão corporativo para gastos pessoais e que um veículo de luxo, um Genesis GV80, teria sido registrado em nome da empresa para permitir abatimentos fiscais por meio de despesas corporativas. Como a empresa compartilha o mesmo endereço da residência do ator e não possui licença profissional específica, investigadores suspeitam que se trate de uma empresa de fachada, criada exclusivamente para redistribuição de renda.

Com a identificação de estruturas praticamente idênticas nos casos de Cha Eun Woo e Kim Seon Ho, a atenção agora se volta diretamente para a Fantagio. Especialistas afirmam que seria difícil para a agência desconhecer esses modelos de liquidação financeira. Caso fique comprovado que a empresa ignorou ou participou dessas práticas, isso poderá representar uma grave violação das regras de transparência contábil exigidas de companhias listadas em bolsa.

Vale destacar que, além da multa atribuída a Cha Eun Woo estimada em cerca de US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 75 milhões), a própria Fantagio teria sido obrigada a pagar cerca de US$ 6,1 milhões em impostos atrasados, o equivalente a aproximadamente R$ 30 milhões.

O advogado Noh Jong Eon, do escritório Jonjae, declarou que, caso seja comprovado que a Fantagio aplicou repetidamente essa estrutura suspeita a seus principais artistas, isso pode ser interpretado como forte evidência de intenção deliberada. Ele acrescentou que, se a agência pagou conscientemente taxas contratuais a essas empresas, poderá ser considerada cúmplice de violação da Lei de Punição à Evasão Fiscal, além de possível quebra de confiança profissional.

Ainda segundo o advogado, se os valores envolvidos ultrapassarem cerca de US$ 375 mil (aproximadamente R$ 1,8 milhão), o caso pode ser enquadrado na Lei de Punição Agravada de Crimes Econômicos Específicos, o que acarretaria consequências legais severas tanto para a agência quanto para os artistas.

Em resposta, a Fantagio confirmou a existência da empresa ligada a Kim Seon Ho, mas afirmou que ela não está em operação há mais de um ano e que atualmente passa por processo de liquidação. A agência também alegou não ter ciência de que a estrutura poderia gerar problemas legais.

Até o momento, nenhuma decisão final foi anunciada pelas autoridades, e os casos seguem em investigação.

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cr:allkpop

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